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MANUAL DA IGREJA: AUTORIDADE E FUNÇÃO

  O Manual da Igreja, em seu formato atual, existe desde 1932, com mais de 90 anos de atualizações. Ele descreve nossa operacionalidade e as funções de igrejas locais e seu relacionamento com a estrutura denominacional. O Manual da Igreja expressa nosssa compreensão a respeito da vida cristã, do governo eclesiástico e da disciplina baseada em princípios bíblicos e na autoridade da Associação Geral. O Manual define operações. Ellen White diz: "Deus ordenou que os representantes de Sua Igreja de todas as partes da Terra, quando reunidos numa Assembleia Geral, devam ter autoridade" (TPI, v.9, pag., 204). Isso define noso caráter representativo e autoritativo. O Manual da Igreja está dividido em dois tipos de material. O primeiro material diz respeito a um conteúdo geral, ou seja, de aplicação mundial, sendo aplicável a cada organização denominacional, congregacional e diz respeito a cada membro dentro de nossa denominação. O segundo material diz respeito a cada território espe...

ELLEN WHITE E O MANUAL DA IGREJA

Ellen White escreveu, em 1875: "A igreja de Cristo está em perigo constante. Satanás está procurando destruir o povo de Deus, e a mente de um só homem, seu discernimento, não é suficiente para se confiar. Cristo gostaria que Seus seguidores fossem unidos na qualidade de igreja, observando ordem, tendo regras e disciplina, e todos sujeitos uns aos outros, considerando os outros superiores a si mesmos (Fp 2:3)."  Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 368 [445]. Ela destaca o perigo que corremos em nosso tempo presente. O inimigo está constantemente tentando neutralizar a influência da igreja de Deus em nosso tempo. Sobretudo, na unidade. Ela reforça que a igreja de Deus não foi feita para ser guiada por um só homem, como é a igreja papal. Unidade é um princípio inegociável na igreja. Todos juntos observando ordem, regras e disciplina. E nossa hierarquia, diferente do mundo, consistente em todos considerando um ao outro superiores a si mesmo. Paulo reforça esta idéia quando diz: ...

ORDEM ECLESIÁSTICA NA HISTÓRIA DA IGREJA

  Em 1882 Ellen White escreveu: "Instruções aos oficiais da igreja, as quais deviam ser publicadas na Review and Herald ou em forma de folhetos". (RH, 26 de dez., 1882). Essa iniciativa demonstrou a crescente conscientização de que a ordem na igreja era um imperativo para o funcionamento efetivo de uma organização e que a uniformidade de procedimentos requeria que um guia de normas fosse disponibilizado em forma impressa. Já em 1883 a Assembleia da Associação Geral propôs reunir os artigos em forma permanente em um manual, nosso primeiro Manual da Igreja. Nesse período, os delegador rejeitaram a proposta, pois temiam um eclesiastismo exagerado que tolhesse a liberdade dos pastores de lhe dar com a ordem eclesiástica. Esse medo de uma ordem eclesiástica perdurou ainda por uns 20 anos, mesmo com constantes deliberações a Assembléia da Conferência Geral anualmente . Embora a igreja oficialmente relutasse em adotar um manual, líderes, de tempos em tempos, reuniam, em forma de l...

Por que um Manual?

"Deus é um Deus de ordem". A criação revela esse princípio. A Crianção reflete um Deus de ordem. A Redenção reflete um Deus de ordem. "Ordem faz parte da essência da igreja". Assim como tudo criado e feito por Deus, não seria ato criativo de Deus se Sua Igreja não tivesse essa mesma característica.  Essa ordem, em Sua Igreja, é alcançada por meio de princípios abalisados pela Palavra de Deus e por meio de regulamentos que orientam a Igreja em seus procedimentos internos. E, acima de tudo, no cumprimento de sua missão no mundo. Com a finalidade de ser uma organização eclesiástica funcional no serviço do Senhor à humanidade, é essencial que haja ordem, governo e disciplina. Ordem para que haja governo e disciplina para que haja ordem.  Texto adaptado do Manual da Igreja, pág. 17 

O AMOR DE DEUS

INTRODUÇÃO A Natureza e a Revelação nos dão testemunho do Amor de Deus. Nosso Pai Celestial é a Fonte de Vida, Sabedoria e Felicidade. Contemple as belas e maravilhosas obras da Natureza. Observe o modo admirável com que ela se adapta às necessidades do ser humano e de todos os demais seres viventes. O sol e a chuva, se alegram e refrigeram a Terra; as colinas, os mares, as planícies, tudo nos fala do amor dAquele que tudo criou. É Deus quem atende as necessidades diárias de todas as Suas criaturas.  Diz o salmista: "Em ti esperam os olhos de todos, e tu, a seu tempo, lhe dás o alimento. Abres a mão e satisfazes de benevolência a todo vivente." (Sl 145:15,16). I - DEUS CRIOU O SER HUMANO PERFEITO Deus criou o ser humano perfeitamente santo e feliz; a Terra era linda ao sair das mãos do Criador, e não apresentava qualquer vestígio de decadência ou sombra de maldição. Foi a desobediência à Lei de Deus - a lei do amor - que trouxe sofrimento e morte. II - O AMOR DE DEUS DEPOIS D...

A TUMBA VAZIA

INTRODUÇÃO  Os argumentos contra a ressurreição de Cristo são tão insuficientes quanto a rocha que foi colocada para O sepultar. O que um zumbi e Frankestein têm a ver com Jesus? A resposta: os três, supostamente, ressuscitaram! Essa foi uma piada que Richard Dawkins - líder do movimento neoateísta e autor do best-seller "Deus, um Delírio" - postou no seu twitter, em outubro do ano passado. Como se percebe, ironia e sarcasmo são armas recorrentes na atual batalha intelectual contra a fé cristã. Você não acredita na existência de zumbis, como os do filme Resident Evil, nem nos contos de terror de Mary Shelley, a autora de Frankestein. Mas, por que então acreditar na ressurreição de um carpinteiro judeu do primeiro século? Por que rejeitar os relatos fantasmagóricos da ficção e aceitar a narrativa bíblica sobre a Ressurreição? A doutrina da ressurreição de Cristo é uma doutrina basilar do cristianismo, e atacar a historicidade dessa doutrina é golpear o coração da fé cristã, po...

MORDOMIA É

I - MORDOMIA É O BOM GERENCIAMENTO DE SUA VIDA ESPIRITUAL II - MORDOMIA É O ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS E A LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA É UMA EXELENTE FERRAMENTA III - MORDOMIA É O BOM GERENCIAMENTO DA FAMÍLIA. TODOS JUTNOS RUMO AO CÉU IV - MORDOMIA É O RELACIONANEMTO COM DEUS É A ORAÇÃO É UMA FERRAMENTA DE DIÁLOGO COM DEUS V - MORDOMIA É DIZIMAR E SEUS RECURSOS SÃO MORDOMIA VI - MORDIMIA É OFERTAR. PACTO REGULAR E CONSTANTE É UM COMPROMISSO VII - MORDOMIA SÃO HÁBITOS SAUDÁVEIS. SEU CORPO COMO CANAL DE BENÇÃO VIII - MORDIMIA É O USO DE SEUS TALENTOS PARA A CAUSA DE DEUS. PARA DEUS SEMRPE O MELHOR FRANCIMAR PIRES